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Como identificar tipos de escorpião?
Veja o guia do Instituto Butantan

O Instituto Butantan fez um guia na internet para identificar os tipos mais perigosos. Abaixo separamos os detalhes desse guia para você e disponibilizamos o pdf para ser baixado.

Escorpiões são artrópodes que pertencem à classe Arachnida (assim como as aranhas) e constituem o principal grupo responsável por acidentes dentre os animais peçonhentos no Brasil.

Daí sua importância em saúde. Os escorpiões são animais terrestres e a maioria tem hábitos noturnos.

Alimentam-se de animais vivos como baratas, grilos, aranhas e pequenos vertebrados. Quando encontram condições favoráveis, as espécies se domiciliam com facilidade.

Conheça a Anatomia do escorpião

O corpo do escorpião é dividido em: carapaça ou prossoma, onde estão inseridos um par de quelíceras (utilizadas para triturar o
alimento), um par de pedipalpos (pinças ou mão) e 4 pares de pernas; abdômen ou opistossoma, formado por:

  • tronco ou mesossoma, onde, na face ventral, se encontram apêndices sensoriais em forma de pentes, que permitem a captação de estímulos mecânicos e químicos do meio, e os espiráculo que são aberturas externas dos pulmões;
  • cauda ou metassoma, em cuja extremidade há um artículo chamado télson que contém um par de glândulas produtoras de veneno e termina em um ferrão por onde este veneno é inoculado.

Principais espécies causadoras de acidentes

Tityus serrulatus (escorpião-amarelo)

Possui as pernas e cauda amarelo-clara, e o tronco escuro. A denominação da espécie é devida à presença de uma serrilha nos 3º e 4º anéis da cauda. Mede até 7 cm de comprimento. Sua reprodução é partenogenética, na qual as fêmeas se reproduzem sem a necessidade da presença de um macho. Cada mãe tem aproximadamente dois partos por ano, com cerca de 20 a 25 filhotes cada. Está distribuída praticamente em todo o Brasil, com exceção de alguns estados da região Norte.

Tityus bahiensis (escorpião-marrom)

Possui a coloração marrom, o tronco escuro, pernas e palpos com manchas escuras e cauda marrom-avermelhada. Não possui serrilha na
cauda, e o adulto mede cerca de 7 cm. O macho é diferenciado por possuir pedipalpos volumosos com um vão arredondado entre os dedos. Tem sua presença registrada nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil.

Tityus stigmurus (escorpião-amarelo-do-Nordeste)

Possui coloração amarelo-claro. Assemelha-se ao T. serrulatus nos hábitos e na coloração, porém apresenta uma faixa escura longitudinal na parte dorsal do seu mesossoma, seguido de uma mancha triangular no prossoma. Também possui serrilha, porém, menos acentuada, nos 3º e 4º anéis da cauda. Sua reprodução pode ocorrer por partenogênese, o que, assim como para Tityus serrulatus, facilita no crescimento da população e na sua dispersão. Originalmente conhecido apenas na região Nordeste do Brasil, atualmente também é registrado nos estados de São Paulo, Paraná e Santa Catarina.

Tityus obscurus (escorpião-preto-da-Amazônia)

Quando adultos, possuem coloração negra, por vezes avermelhada, podendo chegar a 9 cm de comprimento. Quando jovens, a coloração é bem diferente, com o corpo e apêndices castanhos e totalmente manchados de escuro, podendo ser confundidos com outras espécies da região amazônica. Macho e fêmea são bem distintos, sendo que o primeiro apresenta os pedipalpos bastante finos e alongados, assim como o tronco e a cauda, em relação à fêmea.

O que acontece quando alguém é picado?

No local da picada:
A dor é o principal sintoma, surge poucos minutos após a picada e está presente na maioria dos casos. Logo após o surgimento da dor, podem surgir vermelhidão, sensação de formigamento, eriçamento dos pelos e sudorese.

Em outras partes do corpo:

Pouco tempo depois do aparecimento dos sintomas no local da picada, o veneno pode ser absorvido na circulação sanguínea e causar manifestações sistêmicas, particularmente em crianças.

São sinais de alerta:

  • Sudorese em todo o corpo, agitação, hipersalivação, náuseas e vômitos.
  • Com a evolução do quadro, pode haver hiper ou hipotensão arterial, arritmia cardíaca, edema agudo pulmonar e choque.

Primeiros socorros

O que fazer?

  • lavar o local com água e sabão
  • aplicar compressa morna no loca
  • procurar o serviço de saúde mais próximo

O que não fazer?

  • não colocar gelo ou água fria no local da picada;
  • não fazer torniquete ou garrote;
  • não furar, não cortar;
  • não fazer sucção com a boca no local da picada;
  • não passar nada no local da picada (álcool, querosene, fumo, pó de café);
  • não ingerir bebida alcoólica, álcool, querosene, gasolina ou fumo.

Guia Completo do Instituto Butantan

O tratamento no serviço de saúde

conduta médica depende da presença das manifestações clínicas. Nem todos os pacientes necessitam tratamento com antiveneno. Na
maioria dos casos, as manifestações clínicas se restringem ao local da picada.

Tratamento sintomático

Dependendo da intensidade da dor, podem ser utilizados:

anestésico sem vasoconstritor, como lidocaína, em infiltração na região da picada;

analgésico sistêmico;

compressa morna local.

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